É comum o conflito de gerações: idéias contrárias, pensamentos diferentes, sonhos opostos! Com essa divergência de comportamentos, esses grupos heterogêneos exercitam a tolerância e a adaptação. Uma das tarefas mais difíceis é aceitar as diversidades de cada um e tratá-los tendo isso em vista.
Os profissionais da educação, assustados com tantas novidades, carentes de orientação, embora conscientes do dever de formar seus alunos, não sabem como fazê-lo. Cabe então uma reflexão com referência a Geração Z. Essa semana apresentarei algumas características dessa geração para fins didáticos.
Que geração é essa agora? É aquela de crianças e adolescentes nascidos a partir de 1995 . E por que Geração Z? A chamada Geração Z refere-se ao “Z” de zapear, ou seja, aqueles que passam o tempo todo “zapeando” ora na TV, ora no telefone, ora no MSN, ora na internet. No mesmo tempo em que escutam música no Ipod se conectam a vários sites, estudam e assistem filmes. Você conhece alguém com esse perfil?
Pois é… A Geração Z já nasceu no mundo da tecnologia e estão acostumados à complexidade e agilidade das informações. São imediatistas, críticos e mudam de opinião com rapidez, uma vez que o volume de notícias em tempo real se torna obsoleto em pouco tempo.
Um grupo com esse perfil precisa ter uma prática educativa com foco na resolução de problemas. Ressalto a importância de propor situações-problema com temas reais que incentivem os alunos a desenvolverem a capacidade de se posicionarem diante das questões que interferem na vida coletiva, intervindo nelas de forma responsável, superando as indiferenças. Desta forma, mobilizamos os alunos a se interessarem, tomarem consciência de suas próprias idéias e formularem hipóteses explicativas para os conceitos estudados.
Se os jovens da Geração Z têm fácil acesso a tanta informações por meio da internet, cabe a escola filtrá-las e enriquecê-las com critério e profundidade.

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